NOSSA ÚLTIMA POESIA
Agora sem você e seu contato
choro e lamento, esse destino ingrato,
triste, tudo que tinha, a morte levou....
Sinto me morta, só, e desamparada,
fiquei sozinha, na solitária estrada,
não aceitando, o que o destino me roubou....
Adeus, felicidade,
no lugar, só há saudade,
não resta mais nada...
Durante toda a vida, soube te querer,
sabia, que era impossivel te esquecer,
Tanto amor, durante a vida, muito te quis
Como te amava! Mais, não consegui querer,
mas, infelizmente, teve que morrer,
matando me também....Agora sou infeliz...
Nesse mundo tão frio,
sem voce...Tudo vazio...
Ficou a cicatriz.
Queria que a alma, de ti não mais lembrasse,
que seu lindo nome, ninguem mais falasse,
queria paz no coração...Que ainda chora...
Seria bom, se esse sentimento terminasse,
pra que com voce, não mais sonhasse,
que sofresse menos, do que sofro agora...
Mas a vida vai,
lágrimas que cai...
quero, com voce, ir embora...
Mas voce foi...Não merecia essa sorte,
continuo te amando, após a morte,
será lembrado por mim, eterna fantasia...
Deus, como lamento, por que teve que ir?
E eu? Deixou me para vivendo seguir...
Não tenho mais quem tanto queria....
Findou a beleza....
Só rima com tristeza...
NOSSA ÚLTIMA POESIA....
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
domingo, 10 de outubro de 2010
A PRECE DO CÃO
A PRECE DO CÃO
Trata-me com carinho, meu amado mestre
´pois nenhum coração em todo o mundo
será mais agradecido que o meu.
Não tente me educar com pancadas,
pois embora eu possa lember-lhe as mãos entre um golpe e outro,
a sua paciência e compreensão ensinar-me-ão mais rapidamente
as coisas que espera que eu aprenda.
Fale-me muito, pois sua voz é múdica do meu mundo,
como pode perceber, pelos sacolejos de minha cauda,
quando ouço seus passos.
Quando o tempo está frio e chuvoso,
conserva-me dentre de casa, pois sou animal doméstico,
sem preparo para enfrentar as intempéries do tempo,
e a minha maior glória será o privilégio de sentar-me a seus pés.
Conserva minha vasilha com água fresca,
pois além de não poder reclamar quando ela está seca
também não posso dizer-lhe quando tenho sede.
E, mestre.
quando eu estiver bem velho
se o PODESO me privar de saúde e visão,
Por favor,
Não me vire as costas...
faça-me o bem de deixar que a minha vida
de dedicaçao e fidelidade,
possa se extinguir suavemente,
porém não me deixe sofrer ,
e eu o farei sentir
com meu último alento,
que sempre me senti seguro,
em suas mãos.
AMÉM
Trata-me com carinho, meu amado mestre
´pois nenhum coração em todo o mundo
será mais agradecido que o meu.
Não tente me educar com pancadas,
pois embora eu possa lember-lhe as mãos entre um golpe e outro,
a sua paciência e compreensão ensinar-me-ão mais rapidamente
as coisas que espera que eu aprenda.
Fale-me muito, pois sua voz é múdica do meu mundo,
como pode perceber, pelos sacolejos de minha cauda,
quando ouço seus passos.
Quando o tempo está frio e chuvoso,
conserva-me dentre de casa, pois sou animal doméstico,
sem preparo para enfrentar as intempéries do tempo,
e a minha maior glória será o privilégio de sentar-me a seus pés.
Conserva minha vasilha com água fresca,
pois além de não poder reclamar quando ela está seca
também não posso dizer-lhe quando tenho sede.
E, mestre.
quando eu estiver bem velho
se o PODESO me privar de saúde e visão,
Por favor,
Não me vire as costas...
faça-me o bem de deixar que a minha vida
de dedicaçao e fidelidade,
possa se extinguir suavemente,
porém não me deixe sofrer ,
e eu o farei sentir
com meu último alento,
que sempre me senti seguro,
em suas mãos.
AMÉM
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
A CANÇÃO DA SAUDADE
Que tarde imensa e fria!
Lá fora o vento rodopia...
Dança de folhas...Folhas, sonhos vãos ,
que passam, nesta dança transitória,
deixando em nós, no fundo da memória
o olhar de uns olhos e a carícia de umas mãos.
Ante a moldura de um retrato antigo,
põe-se a gente a evocar coisas emocionais.
Tolda-se o olhar, o lábio treme, a alma se aperta,
tudo deserto...a vida em torno tão deserta
que vontade nos vem de sofrer mais!
Depois, há sempre um cofre e desse cofre
tiramos velhas cartas, devagar...
É a volúpia inervane de quem sofre:
ler velhas cartas e depois chorar....
Que tarde imensa e fria!
Nunca mais te verei...Nunca mais me verás...
Lá fora o vento rodopia...
Que desejo me vem de sofrer mais!
OLEGÁRIO MARIANO
Lá fora o vento rodopia...
Dança de folhas...Folhas, sonhos vãos ,
que passam, nesta dança transitória,
deixando em nós, no fundo da memória
o olhar de uns olhos e a carícia de umas mãos.
Ante a moldura de um retrato antigo,
põe-se a gente a evocar coisas emocionais.
Tolda-se o olhar, o lábio treme, a alma se aperta,
tudo deserto...a vida em torno tão deserta
que vontade nos vem de sofrer mais!
Depois, há sempre um cofre e desse cofre
tiramos velhas cartas, devagar...
É a volúpia inervane de quem sofre:
ler velhas cartas e depois chorar....
Que tarde imensa e fria!
Nunca mais te verei...Nunca mais me verás...
Lá fora o vento rodopia...
Que desejo me vem de sofrer mais!
OLEGÁRIO MARIANO
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
ORAÇÃO DA SERENIDADE
Concedei-me Senhor
A serenidade necessária
Para aceitar as coisas que não posso modificar.
Coragem para modificar aquelas que posso,
E sabedoria para conhecer a diferença entre elas.
Vivendo um dia de cada vez,
Desfrutando um momento de cada vez,
Aceitando que as dificuldades
Constituem o caminho à paz.
Aceitando como Ele aceitou
Este mundo tal como é
E não como queria que fosse.
Confiando que Ele aceitará tudo,
Contanto que eu me entregue a sua vontade
Para que eu seja razoavelmente
Feliz nesta vida
E surpreendentemente feliz com Ele,
Eternamente na próxima.
Que em tua vida haja suficiente fé para enfrentar as situações difíceis, junto.
Com a necessária humildade para aceitar/ o que não se pode mudar!
A serenidade necessária
Para aceitar as coisas que não posso modificar.
Coragem para modificar aquelas que posso,
E sabedoria para conhecer a diferença entre elas.
Vivendo um dia de cada vez,
Desfrutando um momento de cada vez,
Aceitando que as dificuldades
Constituem o caminho à paz.
Aceitando como Ele aceitou
Este mundo tal como é
E não como queria que fosse.
Confiando que Ele aceitará tudo,
Contanto que eu me entregue a sua vontade
Para que eu seja razoavelmente
Feliz nesta vida
E surpreendentemente feliz com Ele,
Eternamente na próxima.
Que em tua vida haja suficiente fé para enfrentar as situações difíceis, junto.
Com a necessária humildade para aceitar/ o que não se pode mudar!
terça-feira, 17 de agosto de 2010
FAMÍLIA JUCÁ
A familia JUCÁ, tem sua origem no Ceará. Com o tempo foram se espanhando por todo o Brasil e até no exterior. Sou carioca, mas encontramos por todo o Brasil.
Na foto uma árvore JUCÁ.
Na foto uma árvore JUCÁ.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Poesia de Franisco Otaviano
domingo, 1 de agosto de 2010
Lolly, Lolita Catita
Lolly era uma cocker muito boazinha. Ela gostava de gatinhos e até dormiam juntinhos. Sinto saudades de vocês, amiguinha. Muita saudades.
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